O que a vida me parece aos 17 anos


Créditos para as instastories da minha prima. 

   Na passada segunda feira, dia 27, comemorei o meu 17º aniversário. Foi um dia normal, passado na escola entre amigos e em casa entre a família. Recebi prendas fantásticas - não que sejam importantes por serem bens materiais mas por representarem a atenção que cada pessoa teve ao escolher algo a pensar em mim. Obrigada a tod@s, mesmo aqui na blogosfera, por terem contribuído para que o meu dia de aniversário fosse maravilhoso! 💖
     Todos os anos, nesta altura do meu aniversário, gosto de refletir sobre o último ano que passei e o que espero para o próximo ano: se concretizei tudo o que esperava concretizar, se fui a pessoa que queria ser, o que não correu bem, etc. Este ano não foi exceção, no entanto, desta vez, partilho essa minha reflexão convosco aqui no blogue. Aquando da minha reflexão apenas mental costumo organizar as diferentes áreas da minha vida e dentro de cada uma avalio o que de melhor e de pior aconteceu/realizei. Assim, vou fazer o mesmo aqui.
  
     Estilo de vida - saúde física e mental: Comecei os 16 anos a comer não saudavelmente e foi assim grande parte do tempo que passei com essa idade. Já em Janeiro deste ano (ainda com 16 anos) iniciei um estilo de vida mais saudável - tal como partilhei convosco. Assim quero continuar a comer bem e a praticar (ainda mais) exercício físico, nomeadamente ioga, sempre com o ideal de que é para a minha saúde e para o meu bem estar e não para ter um corpo esbelto. Também aos 16 anos comecei a praticar meditação e este hábito mudou mesmo a minha vida. 10 minutos pela manhã fazem o meu dia correr melhor. Assim quero também continuar.

     Estilo de vida - organização e planeamento: Aos 16 anos, para quem tem uma vida praticamente desocupada, senti-me bastante desorganizada. Passei por momentos de completo desespero sem saber como e quando fazer certas e determinadas atividades. Tentei várias formas de organização e planeamento até que cheguei ao Bullet Journal, o qual continuo a usar e cada vez a gostar mais.

      Vida escolar/académica: Durante os 16 anos transitei do 10º para o 11º ano de escolaridade na área de Ciências e Tecnologias. Terminei o 10º ano com uma média não muito boa mas também não muito má. No entanto, eu sentia que poderia fazer melhor. Iniciei o 11º ano com grande motivação por finalmente estar a gostar das disciplinas que outrora detestava e por finalmente ter decidido o que queria seguir no ensino superior. Infelizmente todo essa motivação foi-se sem eu sequer conseguir arranjar explicação. Neste momento, já com os 17 anos, continuo ainda assim. Não sei o que se passa nem como mudar. Tento fazer o meu melhor e quando parece que está tudo a correr bem chega uma nota que não esperava. Além disso descobri um curso pelo qual me fascinei assim que pesquisei mais sobre este: Relações Internacionais. Penso que no final do 3º período, após os exames nacionais, se achar que a minha média não está do meu agrado, optarei por pedir uma autorização especial para repetir este ano. Pode ser um ano de atraso mas que me permitirá fazer o que quero no meu futuro.

     Conhecimento pessoal: Sem qualquer dúvida que os 16 anos foi a idade em que mais me pude conhecer, perceber o que e quem sou, de modo que foi um ano de afirmação pessoal. Decidi mostrar ao mundo aquilo que sou e aquilo em que acredito sem qualquer receio ou vergonha. Afirmei-me feminista, ateia, defensora do direito à educação para todos, com paixão pela política (estou à espera da confirmação da minha inscrição no partido Bloco de Esquerda, inclusive). Tomei decisões das quais me orgulho pois existindo aquelas que não levaram a bons caminhos, sei que essas me permitiram aprender.

      Blogue: Esta é uma das áreas de que mais me orgulho durante os meus 16 anos. Comecei a produzir conteúdo com o qual realmente me identifico e do qual me orgulho. Mudei várias vezes o seu aspeto e tentei fazer um esforço para fazer pelo menos uma publicação por semana. Posso até adiantar que, se tudo correr bem, novidades estão para chegar... 😉

      Relações interpessoais: Como se costuma dizer, o melhor vem sempre no fim. Esta é a área da minha vida em que, a partir dos 16 anos, tenho tentado dar tudo de mim. Fale eu de amizades, família ou do namorado, orgulho-me de dizer que executei tudo o que estava ao meu alcance no sentido de valorizar essas relações interpessoais e fazer render o tempo que passo com as pessoas. Fiz amizades fantásticas com pessoas super inspiradoras quer na blogosfera (como, por exemplo, a Joaninha Almeida), quer no mundo "lá fora" (como a Soraia e a Melzinha). Pela primeira vez passei a noite de ano novo entre amigos e essa é uma das melhores recordações que tenho em toda a minha vida. O meu namorado fez-me surpresas que me tiraram o fôlego. A minha família está a fazer um esforço por se reunir. Obrigada. 💖

     Espero que tenham gostado desta minha retrospetiva dos meus 16 anos. Resta-me agradecer-vos a vós, leitores e amig@s, que ao apoiarem-me neste projeto há quase três anos, também contribuíram para a minha felicidade neste ano com 16 anos. Obrigada, do fundo do meu coração. 💕💕


Beijinho grande,
A Pequenita

"I'm feminist!" é uma publicação original do blogue Chamam-me Pequenita.

chamammepequenita.contacto@gmail.com

   

"I'm feminist!"


     Porque hoje, mais que nunca, faz mais sentido pedir-vos, homens e mulheres, rapazes e raparigas, para verem o discurso desta grande Mulher (sim, com M maiúsculo) do que vos obrigar a ler um texto da minha autoria. Pensem, hoje mais do que nunca, que o feminismo não é a ideia da superioridade das mulheres mas sim da igualdade entre homens e mulheres, favorecendo ambos os lados. Como diz Malala Yousafzai, outra grande Mulher, «Feminismo é outra palavra para igualdade!».
     Feliz dia daquelas que não são inferiores aos homens mas sim suas semelhantes.

Beijinho grande,
A Pequenita

"I'm feminist!" é uma publicação original do blogue Chamam-me Pequenita.

chamammepequenita.contacto@gmail.com

Obrigada por me destruíres: uma história sobre violência no namoro

     Este é, muito provavelmente, o artigo que mais evitei e ansiei escrever - evitei por ser um assunto tão delicado para mim e ansiei por, a partir desta minha partilha, querer ajudar muitas raparigas e muitos rapazes a evitar passarem pelo mesmo que eu.
     Esta história - a minha história sobre violência no namoro - começa em Abril de 2012, quando ele e eu começámos a falar no chat do Facebook aquelas conversas de flirt. Andávamos na mesma escola, no mesmo ano mas em turmas diferentes. De regresso à escola, no início do terceiro período, começámos a encontrar-nos nos intervalos e um dia ele pediu-me em namoro. Aceitei. Estava, pela primeira vez na minha vida, verdadeiramente apaixonada. As notas começaram a descer e, ao perceber que andava mais preocupada com um rapaz do que com o meu futuro profissional, o meu pai começou a chatear-se seriamente comigo, ameaçando trocar-me de escola. Terminei o sexto ano. Continuávamos namorados. Fiquei na mesma escola no ano letivo seguinte.
     Mas, durante os três meses de férias de Verão, muita coisa aconteceu, o que desencadeou o princípio da história que hoje partilho convosco. Como qualquer pré-adolescente com doze anos, naquela altura eu apenas queria estar "na minha", conviver com as minhas amigas e com novas pessoas que surgissem na minha vida, etc. E também com doze anos, era perfeitamente natural não ter autorização para sair de casa durante o dia estando sob guarda dos meus avós. Na verdade, isso não me incomodava. No entanto, incomodava-o a ele. Penso que, em três meses de férias, estivemos juntos durante cerca de vinte minutos numa tarde. Começou (com 12 anos!) a tentar controlar a minha vida: mensagens e chamadas a toda a hora, o que eu vestia, com quem falava, onde estava... E eu cedia, cedia sempre, aliás. E vocês podem pensar "Se não ias estar com ele, por que cedias a todas essas coisas?". Pelo mesmo motivo que todas as vítimas se submetem a todo o sofrimento: medo. Ameaçava que acabaria a nossa relação e que iria para a Alemanha viver com os tios e eu, iludida porque gostava mesmo dele.
     No início do novo ano letivo, prometi ao meu pai que subiria as notas e assim o fiz. No entanto, os meus momentos na escola eram passados ou nas aulas ou com ele. Ele podia estar rodeado de amigos seus mas eu não podia estar nem com uma amiga minha. Proibiu-me de falar com a minha melhor amiga. Fez-me dizer-lho à sua frente. Não sei o que fiz, só agradeço a essa minha Mosqueteira por nunca ter saído mesmo da minha vida como lhe pedi nesse momento.
     Na manhã do dia 16 de Janeiro de 2013, numa quarta-feira chuvosa, antes da primeira aula, chamou-me para falarmos. Fui, como sempre fazia. Começou a discutir comigo, acusando-me de traição. Um excelente espetáculo começava para o seu grupinho de amigos que se juntava à nossa volta. Tinha tocado para a entrada, pedia-lhe que falássemos no intervalo a seguir pois não queria chegar atrasada à aula, entre as constantes negações perante as acusações que me fazia. Cada vez mais agressivo dizia para eu admitir e que não me deixava ir embora enquanto não o fizesse. Com a chuva torrencial a cair, supliquei-lhe que me deixasse ir. Agrediu-me, chamando-me "estúpida". Não sei como me senti, deixei de existir por instantes. Corri para a casa de banho a chorar sem olhar para trás. Fui para a aula, tentei acalmar-me mas ao olharem todos para mim, chorei.
     Foram momentos difíceis, os que se seguiram. Constantes ameaças a mim e aos meus amigos, perseguições na escola que me obrigaram a andar sempre acompanhada. Tudo isto resultou em ataques de ansiedade e pânico e sintomas depressivos. Sentia-me completamente mal comigo mesma. Sentia-me burra, enganada, traída e sem amor próprio.
     Quatro anos mais tarde, ainda o vejo, infelizmente. O meu coração bate muito sempre que isso acontece mas é de medo, revolta e desilusão. Mas aprende-se a viver ignorando um passado.

     Com a partilha desta minha história quero apenas abrir mentalidades. Quero  avisar-vos para que tenham muito cuidado com quem se relacionam. Amem-se a vocês próprios/as primeiro e ponham-se em primeiro lugar, sempre! Só vocês podem controlar a vossa vida e não os outros. Se estão a passar pelo mesmo ou já passaram (e com "mesmo" refiro-me à violência física, psicológica e verbal), sintam-se livres para desabafarem comigo - sabem como me contactar. Em termos de resolução efetiva dos problemas, falem com os vossos amigos, família, psicólogos e/ou polícia. Denunciem o mal que vos estão a causar. E, sobretudo, lembrem-se sempre do seguinte: mais fraco é o agressor do que a vítima.

Beijinhos grandes,
A Pequenita

"Obrigada por me destruíres: uma história sobre violência no namoro" é uma publicação original do blogue Chamam-me Pequenita.

chamammepequenita.contacto@gmail.com

     P.S. Se estás a ler isto, quero que saibas que te perdoei e agradeço teres feito o que me fizeste. Permitiu-me perceber duas coisas: que não devemos confiar logo nas pessoas e que nos devemos amar a nós primeiro. Não me amavas, tinhas uma obsessão doentia por mim. Mas obrigada por seres assim. Sê feliz e que nunca mais os nossos caminhos se cruzem.

O meu caderno de organização (bullet journal)

     Há algum tempo falei aqui no blogue sobre organização com o método do bullet journal. Nele dizia que este tinha sido o melhor método de organização que eu havia arranjado e que estava farta de agendas que, na minha opinião, nos limitam o seu uso. Algum tempo mais tarde, publiquei aqui também no blogue a minha agenda da Mr. Wonderful. Contradigo-me, correto? Passo a explicar: em suma, tentei dar uma última hipótese à utilização de uma agenda. Escolhi a da Mr. Wonderful porque me pareceu muito boa e, de facto, é - não digo o contrário nem difamo a marca. No entanto, não é o método organizacional mais correto para mim porque, como disse acima, limita-me bastante o seu uso. Com isto, comecei a procurar novas formas de organização e foi então que me lembrei do Bullet Journal e do quanto eu tinha gostado de o usar. Aquando disso, vi também esteeste e este vídeos que me incentivaram a criar um caderno de organização muito parecido com o bullet journal. Hoje vou falar-vos da minha organização através deste método.

      Eu uso um caderno/bloco de notas sem linhas A6 tipo Moleskine que comprei no Continente. Gostei bastante deste por ser alusivo a uma das minhas paixões: a fotografia. Não trazia fita de segurança e, por isso, fiz a minha própria. Não trazia também nenhum bolsinho pelo que, com o auxílio de um envelope dos mais pequenos criei também essa ferramenta de enorme utilidade. Adoro o facto de apresentar um tamanho reduzido pois posso transportá-lo facilmente para qualquer lado em qualquer uma das minhas malas - um ponto desvantajoso, na minha opinião, a favor das agendas. Com ele trago sempre uma caneta que, geralmente, é a de cor preta da gama triplus fineliner da Staedtler.
      Passando ao método organizacional em si, é algo muito simples e que se adequa perfeitamente às minhas necessidades. O bloco de notas, não sendo calendarizado nem tendo qualquer limite de espaço, permite-me escrever três ou quatro páginas de coisas a fazer num só dia como também me permite nada escrever num dia em que simplesmente seja de descanso. Deste modo, há economização de papel (algo que nestes dias é raro e que as agendas não permitem devido à folha ficar sempre lá por preencher). Todos os dias que tiver algo a fazer elaboro uma to do list através da seguinte chave: um "ponto" para a tarefa a qual se transforma em "x" se for concluída ou em ">" se for adiada/migrada; um "-" para uma nota, um "!" para algo urgente e uma "bola" para um evento. Acho que é muito simples.
      No entanto, tenho também alguns extras neste meu caderno organizacional. Além de um habit tracker que é um controlador de hábitos, tenho também uma vista mensal e uma área reservada a diversos aspetos da minha vida. Começando pelo habit tracker, é onde controlo os meus dias de estudo, a tomada de medicamentos e da pílula, o uso do bullet journal,a ingestão de água, a limpeza facial e a prática de exercício físico e de meditação todos os dias já que estes constituem hábitos meus a melhorar. Nada mais fiz do que uma tabela com os dias da semana e os hábitos e todas as noites pinto o quadradinho correspondente a cada aspeto. Relativamente à vista mensal, nada mais é do que uma página de iniciação ao mês seguinte com a área das despesas desse mês e um pequeno calendário só para ter noção de onde me encontro. Por fim, para área reservada a diversas temáticas da minha vida reservei as últimas páginas no bloco de notas. Neste momento, tenho o meu horário de estudo e duas páginas com informação relativa à realização dos meus exames, em Junho. No tal bolso/envelope que vos falei em cima guardo autocolantes/stickers que uso só para indicar coisas mais importantes.




      No bloco de notas anexei ainda com um clip um calendário que fiz numa folha A4 com a marcação de avaliações e eventos já definidas/os previamente para que possa organizar os meus dias em função de tais acontecimentos.
     A decoração tento que seja minimalista tendo como principal fonte de cor as washi tape que uso bem como os autocolantes e os post-its.
   
      E vocês? Que método usam para se organizarem?

Beijinhos grandes,
A Pequenita

"O meu caderno de organização (bullet journal)" é uma publicação original do blogue Chamam-me Pequenita.

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Seven Days of Me: Um desejo para 2017

    
     Este é o último post no âmbito da Seven Days of Me tag. Não podia estar mais contente por ter-vos dado, ao longo desta semana, a conhecer mais um pouco de mim e por ter conseguido publicar o artigo referente a esse dia, todos os dias. Quero, mais uma vez, agradecer ao JOTA por esta magnífica ideia e a vocês, leitores, que aguentaram conhecer-me aos pouquinhos durante esta semana. Obrigada a todos!

     Hoje falo-vos de um desejo para 2017. Não vou adiar tal conceito e digo-vos já o meu desejo para este ano: mudança. Mas, como é lógico, iriam dizer-me "Se queres mudança só tu podes torná-la real." e eu dar-vos-ia razão pois é verdade que a têm. No entanto, é também verdade que a mudança que desejo não está inteiramente dependente de mim ou, por outras palavras, a mudança depende cerca de 5% de mim. Achar-me-iam louca, certo? Eu compreendo. Como já devem ter percebido, a mudança de que vos falo não abrange só a minha pessoa. Eu não quero aprofundar muito este aspeto visto ser muito pessoal, no entanto vou explicá-lo de uma forma superficial.
     Imaginem que um ente querido vosso está numa daquelas situações que se assemelham a uma bola de neve devido às catástrofes que vão ocorrendo na sua vida. E agora imaginem-se presos a essa bola de neve que, por consequência, vos leva com ela a travessar por tantas más situações também. Sou eu e sei que o efeito da bola de neve só terminará quando ocorrer a mudança que acima abordei. Uma mudança simples que evitaria tantas confusões, tantas más interpretações e tanto sofrimento. Não me quero vitimizar mas a verdade é que essa mudança seria, de longe, a melhor solução. Seria ótimo acordar e pensar "Sinto-me bem ao saber que isto se resolveu.". Tenho medo que não ocorra e isso torna-me ansiosa. Mas gosto de ser positiva e pensar que essa mudança ocorrerá. Só o tempo, o esforço e a determinação o dirão.

Beijinhos grandes,
A Pequenita

chamammepequenita.contacto@gmail.com

Seven Days of Me: Duas pessoas que me influenciam e por quê

     Na penúltima publicação relativa à tag Seven Days of Me, venho falar-vos sobre duas pessoas que me influenciam todos os dias. Vamos a isso?

     Marisa Matias (eurodeputada): A Marisa Matias é, nos dias de hoje (e na minha opinião, claro), uma deputada que raramente se vê. É genuína, verdadeira e luta por causas de extrema necessidade para construir uma sociedade portuguesa mais justa e com uma mente mais aberta. Depois da sua candidatura à presidência da república nas últimas eleições realizadas, a Marisa participou no programa Alta Definição, da SIC, onde eu pude constatar ainda mais a minha admiração por si. Falou sobre a sua infância humilde numa aldeia em Condeixa, do que lutou para chegar à posição em que hoje se encontra (Parlamento Europeu) a defender muitas das coisas boas que chegam a Portugal... Além de tudo isto, defende causas tais como: igualdade de géneros, casamento homossexual bem como a adoção por parte destes casais, etc.

     Papa Francisco: No post sobre Sete factos random sobre mim contei-vos que não sou praticante de qualquer religião, o que, no entanto, não me impede de ter uma grande admiração pelo líder máximo da Igreja. Além de uma humildade que não se pode negar, o papa Francisco já deu a conhecer ao mundo em diversos momentos a sua opinião relativamente à Igreja de hoje em dia e quanto ao facto de aqueles que se dizem católicos e muito boas pessoas não o serem realmente. A mais recente atitude do sumo pontífice que me deixou extremamente surpreendida foi quando disse que «É melhor ser ateu do que católico hipócrita», que vem no seguimento do que disse acima. Em suma, Jorge Bergoglio é uma pessoa que me inspira devido à ideia de que não precisamos de ter qualquer religião para sermos boas pessoas pois isso não depende na crença de um qualquer deus mas sim de nós mesmos e no amor e compaixão que sentimos pelos outros.

     Estas são duas das muitas pessoas que me inspiram. Quais são as vossas?
     Se estão a participar também na tag Seven Days of Me não se esqueçam de deixar os vossos links para poder ler os vossos posts. 

Beijinhos grandes e até amanhã,
A Pequenita

chamammepequenita.contacto@gmail.com